segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

SÉRIE: REGRAS GERAIS DE INTERPRETAÇÃO BÍBLICA I



“De todo o coração te busquei; não me deixes fugir aos teus mandamentos. Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti”.
Salmo 119: 10 – 11


Todo cristão tem em seu coração o desejo em prosseguir e conhecer a Palavra de Deus, pois ele reconhece e sabe que é através desta Palavra que os segredos de Deus são revelados a ele. Nesta série estamos compartilhando princípios para uma correta interpretação das Escrituras e você é o nosso convidado a mergulhar neste ensino.

Regras gerais de interpretação:

REGRA UM: TRABALHE PARTINDO DA PRESSUPOSIÇÃO DE QUE A BÍBLIA TEM AUTORIDADE

Tradição, razão ou Escrituras, consciente ou inconsciente é comum adotar umas das três citações como autoridade máxima ao estudar a Bíblia. Na Igreja Católica Romana, por exemplo, a tradição é o juiz e em boa parte do protestantismo é o racionalismo que ocupa este lugar, mas um cristão fiel não deve abrir mão de ter as Escrituras como sua autoridade maior, pois somente reconhecendo a Bíblia como autoridade se pode experimentar de uma vida de obediência e rendição ao Deus Criador.

“Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se falo por mim mesmo”.
João 7: 17

 Parafraseando o autor do livro Princípios gerais de interpretação bíblica, Walter Henrichsen, “o fazer vem antes do saber”. É necessário se entregar, se submeter e obedecer, e então somente será possível conhecer. É imprescindível que o cristão tenha a Bíblia como máxima autoridade.
Aguardo você no próximo post da série: Regras gerais de interpretação bíblica.


Cíntia Silveira.
Texto adaptado “Princípios de interpretação bíblica – Walter A. Henrichesen”.



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