quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Vamos ter grego às terças feiras em 2011 - Começa em março com Emerson Amaral

As inscrições estão abertas para nossa primeira turma de Grego. Vocês pediram e aí está.

Começamos em março, toda terça feira, de 19:30 às 21:30 horas.

Entrem em contato conosco pelo e-mail cursos@institutoabba.com que enviamos mais informações.
O curso terá a duração de 4 meses.

31 2512-8969 e 9214-3745

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA HEBRAICO BÍBLICO 1º SEMESTRE

Estão abertas as inscrições para as aulas de hebraico bíblico do primeiro semestre 
de 2001 com o prof. Erike Couto

Início - 4 de março de 2011
Horário - de 19 às 21 horas
Conteúdo - da alfabetização à leitura e tradução de porções bíblicas
Duração - 4 meses - até junho de 2011

Valor mensal: R$ 80,00 (oitenta reais)

Informações e Inscrições:
cursos@institutoabba.com
2512-8969 e 9214-3745 (TIM)
ou pelo comentário desta postagem

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Dialogue em Janeiro - Erike Couto

Próximo Dialogue será em 19 de janeiro com Erike Couto, como sempre às 19:30 horas.

Este Dialogue será especial porque tiraremos um tempinho para falar da nossa viagem a Israel em fevereiro de 2012.

Confirme sua presença pelos fones 2512-8969 e 9214-3745 (TIM).

Um grande abraço!

Hermenêutica - Próxima matéria na Comunidade Fruto do Espírito - Início em fevereiro

Dando continuidade ao curso iniciado em 2010, estaremos de volta às aulas em fevereiro na Comunidade Fruto do Espírito, no Bairro Maria Goreth em Belo Horizonte.

Já foram aplicadas as matérias Hebraico; História de Israel; Raízes Bíblicas; Aliança de Sangue; Realidades da Nova Criação; Justiça de Deus e Métodos de Estudo da Bíblia. Agora, iniciaremos Hermenêutica.

Inscrições abertas com Ivone - Fruto do Espírito
Início em 1 de fevereiro de 2011.
Informações: 2512-8969
Horário: 14 às 18 horas.

Novos E-mails do Abba


Seguem abaixo os nossos novos e-mails. Agora teremos um e-mail para cada assunto para facilitar o seu contato.

Geral
abba@institutoabba.com

Informações sobre cursos e inscrições
cursos@institutoabba.com

Pedidos de livros, dvds, cds, etc
pedidos@institutoabba.com

Dúvidas sobre questões teológicas
perguntepranos@institutoabba.com

Informações financeiras em geral
financeiro@institutoabba.com

Aguardamos seu contato.

Um abraço!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dialogue - A descoberta do Teodrama

E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. Atos 2:42-47

Ontem, tivemos o último Dialogue deste ano. Fomos impactados por uma palestra sobre Teodrama ministrada pelo nosso amado irmão Igor Miguel. As palavras dele ainda estão pulando em nossa mente e nosso coração. Depois tivemos um momento de comunhão muito precioso com o partir do pão que nos remeteu à eternidade... 

Estávamos eu (Beth), o Gabriel, Júnior, Elias, Marcos, Dolores, Dayse, Ângela, Lanussa, Luisa, David, todos cheios do Espírito Santo pela ministração da Palavra. São estes doces momentos que nos fazem entender o que é realmente pertencer a esta Doce Comunidade, a Igreja.


O mundo está feio e se somos antecipadores do Reino temos uma missão: embelezar o mundo, subvertendo a imposição da morte, da violência e da feiura.
Estamos diante do Pai revestidos de um Senhor ressurreto, que triunfou sobre a morte e todos seus efeitos e causas. Assim, nossa missão com Deus é nos emaranharmos no mundo, sem participar das "iguarias do rei", mas levando o triunfo da vida.
Não tenho dúvida, de que não há nada mais apropriado para "colorir" o mundo e tirar sua cinza do que uma "banda de Shalom" carregada de dons e dádivas à tira-colo para enfeitar e criar "jardins de beleza", que remetem nosso paraíso original e o Reino que já está aí.


Temos o coração transbordando de gratidão. E nos colocamos diante do Pai dispostos a embelezar o mundo vivendo a Palavra de forma integral.

Até o próximo DIALOGUE, o primeiro de 2012, no dia 19 de janeiro, 19:30 horas.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Uma das faces da missão

Eu não sei muito bem o que as pessoas pensam ser "missão". Acredito que elas estão confusas com muitas definições e conceitos e nem se dão conta de parar e perguntar pra si mesmas "ei, o que é mesmo missão?". Abaixo segue uma carta, que acabou virando um post de uma ex-aluna nossa, hoje nos Estados Unidos, se preparando para ir até a África onde prestará serviços humanitários. Vejam só:

Quero Domir


Não sei bem o que se passa na cabeça das pessoas.. mas as vezes tenho muita curiosidade de saber, de verdade, para pelo menos tentar entender um pouco porque ninguem disconfia quando está fora da casinha….
Hoje foi mais um daqueles dias terrivelmente cansativos e pra deixar mais difícil eu não consegui a meta… Tudo que eu queria agora era um cantinho pra deitar e dormir, quem sabe com isso descansaria pra pelo menos amanhã as forças estarem renovadas para poder durar em mais um dia de árduo trabalho debaixo de um terrível frio sem o conforto de descansar as pernas ao menos de vez em quando… Mas tudo que temos disponível é uma casa cheia de pessoas sem preocupação se vão ou não levantar amanhã para fazer qualquer coisa, e por ser assim, também não se preocupam se todos concordam em ficar acordados fazendo uma festa sem razão apenas pra beber ao som de músicas bem badaladas, rir alto e conversar quase que gritando, sem falar na imensa fumaça da maconha que paira por todo ambiente… Entra e sai gente como num bar da esquina, até cachorro tem seu espaço.. Cada pessoa que chega tem seu sinal e marca o lugar de forma bastante personalizada…
Se eu pudesse entraria para um quarto, fecharia a porta, apagaria a luz, e apagaria no sono… Mas pra isso, eu precisaria ter o quarto… Como isso é totalmente impossível, posso contar o tempo ou esquece-lo, o que torturar menos ta valendo.. pois com certeza, a madrugada conhecerá os meus olhos hoje, pois esses não se fecharão tão cedo, apesar de quererem muito….
Estou em Boston, em mais uma viagem de ‘fundraising’… Esperamos que seja essa a útima viagem da equipe para isso, se viajarmos depois, que seja apenas para passear ou então para ir para a Africa.. Faltam pouquissimos dias… Em menos de dois meses estaremos descobrindo um novo mundo, uma nova realidade, um novo grupo de pessoas, novas identidades, novas formas de ver a vida e de vive-la… Estou bastante curiosa para conhecer as pessoas que farão parte da minha história na Africa. Tenho grandes espectativas nesse desconhecido que se aproxima… Tenho certeza que serei muito impactada com a cultura africana.. estou totalmente disposta a viver detalhes em toda sua intensidade, sem fazer bicos, caras, vistas… não quero limitar as minhas possibilidades, o que eu puder conhecer estarei lá para isso fazer, experimentar o que estiver a mão e me assegurar de que não me arrependerei de não ter aproveitado o tempo para viver…
Bom… enquanto a Africa não chega, vou vivendo as experiências que os EUA tem me proporcionado… Aqui mais do que esperava, o choque cultural também está bem aflorado, não pelo país em si, mesmo que esse colabore, mas principalmente pelas pessoas que aqui estão, que são de diferentes culturas.. Aqui é um país extremamente misto mesmo que as pessoas daqui não gostem. A realidade é que todas as culturas são possíveis de serem encontradas neste lugar.. se vê de tudo um pouco… e confesso, nem sempre é tão divertido quanto parece.. Principalmente quando se trata de comunicação. O inglês vira uma bagunça de sotaques, e se você não sabe bem essa língua sofre uma tortura de linguagens confusas tentando passar informações que por não se entenderem ficam trocadas e truncadas…
Mas, o bom de tudo isso, é que você sempre terá histórias para contar… engraçadas ou não, é fato, elas estarão ali, disponíveis para serem ouvidas… ou lidas…srsrsr
Eu num disse? Olha aqui a hitória hehehe.. nem mudei a data pra não confundir.. ela é o que ontem eu tinha perdido.. hehe…
Gente, nada melhor que um pouco de sossego… fala sério.. Deus é muito bom. Hoje estamos no conforto de um hotel, na tranquilidade de ter tudo pago, pelos irmãos da Assembléia de Deus que, com muito carinho, desde que souberam do nosso trabalho, nos abraçou e tem cuidado de nós. Ficaremos aqui até o último dia do nosso fundraising aqui em Boston, incluindo um despreocupante café da manhã para todos os dias e com a certeza de que poderemos dormir, sem ter que esperar o dia amanhecer, com o simples mas importante detalhe de um ambiente escurinho e silencioso… e ainda poder ter a noite toda de descanço, livre, para nossa paz.. Agora, podemos voltar no fim do dia e relaxar, sem ter que esperar que apareça um cantinho pra podermos sentar, sem aquele cheiro horrível da maconha e sua fumaça intoxicante, sem o barulho ensurdecedor da mistura de música alta com conversas e risadas tão altas quanto e sem as manias chatas do efeito do álcool dos que bebiam  pela noite a fora…  o ambiente é super agradável! A cama é uma delicia, de tão confortável parece abraçar a gente, tornando até difícil livrar-nos dela no dia seguinte srsrsrsr… um banheiro limpinho com um choveiro perfeito e um secador básico para nós mulheres que tanto precisamos secar os cabelos principalmente nesse frio, que não dá mesmo pra ficar com eles molhados… Como estávamos precisando disso.. Deus é muito, muito bom meeesmo.. Pude enfim lavar o meu cabelo, ô maravilha!! Já não aguentava mais srsrsr … e amanhã pretendo lavar as roupithas, claro, tudo limpinho para o conforto ficar completo. É como disse a Clarissa, minha colega de equipe: ”parece viagem de passeio” srsrsr.. Estamos nos sentindo.. hehehe
O dia foi tranquilo, fez menos frio que ontem, aliás acho que de toda a semana foi o dia menos frio até agora. Fiquei trabalhando em um lugar super agradável também, as pessoas de lá cuidaram super bem de mim. Tive um cafezinho delicioso logo pela manhã, mais tarde um maravilhoso caldo de galinha e ainda consegui doação de lanches para todas as próximas noites que ainda temos por aqui.. Fala aí se Deus não é bom… Ele é maravilhooooso… Meu lindo!!!
Agora está faltando muito pouco pra completar o valor que precisamos, estou quase batendo minha meta de $ 6000 … Mal consigo acreditar… Confesso que não gosto nem um pouco dessa história de fundraising, é muito ruim meeeesmo de fazer isso, ninguém merece. A gente se cansa muito, o stress vai a pico, a paciência deixa de existir e a tolerância? O que é isso mesmo? A gente perde os rumos com muita facilidade, é preciso muito equilibrio pra não causar danos mais graves que pequenas discursões no grupo. As vezes a vontade que dá é de largar tudo e voltar. Ficamos a todo tempo nos perguntando: ‘vale a pena?’…  Isso falo obviamente como um ser humano que se colocou a disposição de um trabalho voluntário quando poderia estar construindo algo rentável com excelente retorno financeiro, ou talvez não, mas que pelo menos poderia estar trabalhando por salário, e ao fim do mês ter algum dinheiro para comprar ao menos um chocolate, ou a roupa que viu na loja ou simplesmente fazer um lanche sem culpa de quanto terá que pagar por ele.
Mas quando tratamos de falar de ministério, chamado, missão.. os pensamentos não mudam, pois não se deixa de ser humano só porque foi chamado por Deus para uma missão específica. O que acontece é que a motivação é forte o suficiente, ou pelo menos precisa ser, para nos ajudar a superar essas dificuldades que o dia a dia apresenta. Afinal, não é fácil pra ninguém ficar em pé por 20hr, ou ficar exposto a um frio de 5ºC  negativos por horas infinitas (já que o tempo não passa nesse tipo de situação). A questão é saber o quanto se está realmente disposto a viver superações… A pressão psicológica é a pior de todas as torturas.. vencer isso é a maior de todas as superações que se possa alcançar. A própria dor que sentimos no corpo ou o cansaço do dia, pressiona a nossa mente e fica martelando a mesma idéia ou o mesmo questionamento: ‘vale a pena?’ … várias e várias vezes nos perguntamos o que nos impulsiona a permanecer aqui… quando não sentimos os dedos das mãos e nem sentimos os pés, mas sentimos que tudo dói tanto que lateja, e que o nariz começa a queimar e fica dormente a ponto de ferir e sangrar por tanto frio que estamos sentindo, os nervos do corpo se contraem e ainda vem aquele vento absurdamente gelado pra completar a parte da pele que ainda nao tinha nos irritado de arrepios, e passa uma pessoa, a quem nos dirigimos para falar do projeto, e ela simplesmente nos ignora, quando não nos trata com arrogancia ou ainda acha de falar algum palavrão ou xingar o nosso trabalho, aí não tem ser humano que não se corroa de raiva por dentro, principalmente porque só podemos ver, ouvir e deixar ir embora, não podemos dizer nada.
Mas as coisas são assim, a gente sente dor pra crescer, sofre pra amadurecer e se esforça pra sobreviver… No fim, agradecemos por ter vivido tudo isso… pois foi ou é o que faz do que somos ou éramos algo melhor e mais forte, tornando-nos pessoas realmente capazes de experimentar níveis mais altos da vida…
Elinis Lima dos Santos formada pelo Seminário Teológico Carisma e pelo Instituto Abba, hoje nos Estados Unidos, em treinamento para trabalhar com ajuda humanitária na África.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Adquira o livro "Jesus Cristo escreveu minha história" - Vai ser benção na sua vida e na nossa

 "Jesus Cristo escreveu minha história" foi escrito por Alfalinda Afonso dos Santos para contar um dos milagres que O Senhor realizou em sua vida.

Dona Alfalinda, como a chamamos carinhosamente, era analfabeta. Não sabia ler nem escrever mas sempre teve em seu coração o desejo enerme de servir ao Senhor. E isso às vezes lhe era muito difícil por sua falta de leitura.

Mas, um dia, ela clamou e o Senhor lhe respondeu e o próprio Deus ensinou Dona Alfalinda a ler. Veja um trecho desta história:

Confesso que eu era analfabeta, mas desde o dia em que aceitei a Jesus, eu orava para Ele ensinar-me a ler; foi o Espírito Santo quem me ensinou. Então quando olhei para a Bíblia aberta, estava no livro de Isaías, capítulo 54.

Os meus olhos cheios de lágrimas me atrapalhavam, mas as letras pareciam saltar da Bíblia diretamente para o meu coração. E a resposta que eu tanto ansiava foi imediata. Eu li, comendo cada palavra, até o final do capítulo 55. O meu coração palpitava como nunca, eu não conseguia conter a emoção. Chorei, e chorei muito; mas desta vez um choro como expressão de uma alegria sobrenatural a qual eu não consigo explicar.

Aquela noite foi pouca para externar tamanha emoção. O dia clareou e eu parecia voar de tanta leveza. Quão grande era minha vontade de gritar ao mundo que Jesus havia feito em mim. Como Ele havia falado comigo. Saí como louca acordando minha família e tentando explicar-me. Contei a todos quantos encontrei o que Jesus havia me falado.

Dona Alfalinda tem mais de 80 anos... Uma das frases dela que mais nos marcou foi: Eu não consigo mais viajar para outros lugares para contar o que o Senhor fez em minha vida, mas acredito que este livro pode fazer isto por mim. Me vejo pisando um mapa mundi, indo às nações através deste pequeno livro.

Queremos compartilhar com você a experiência de Dona Alfalinda e sua história. Entre em conta to conosco e adquira o livro "Jesus escreveu minha história" e abençoe não somente sua vida mas a de outras pessoas também, dando este livro de presente.

Peça pelo telefone, e-mail, blog e nós enviaremos pelo correio. 
O custo unitário é R$ 5,00 mais a taxa de envio. 
Descontos para compra de vários livros.
31 2512-8969 e 9214-3745
institutoabba@gmail.com
@institutoabba

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Convite: Viagem a Israel

A foto, é clássica. O convite, alguém já pode ter feito. A oportunidade, esta sim, é unica.
Convidamos você nosso leitor, amigo, visitante, irmão para esta viagem: Israel fevereiro de 2012.
Porque com tanta antecedência? Para você não  dizer que é caro, que não pode, que não isso e que não aquilo.
Vamos juntos como em uma aula aqui do Abba; vamos caminhar por Israel e aprender ao mesmo tempo.
Entre em contato conosco para mais informações!
31 2512-8969 e 9214-3745

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Nos ajudem em oração. Este pode ser nosso próximo ponto de ensino - Moçambique


O Senhor é Deus e ponto. 
Recebemos hoje uma apelo, quase um clamor, para levar o ensino da Palavra para Moçambique. Estamos emocionados. Queremos compartilhar com vocês este ardor em nosso peito e este desejo de realizar, de ir. Vamos orar para que em 2011 estejamos em Moçambique e que as preces de nosso irmão Orlando Zuro sejam atendidas.

Presidente de Moçambique, Armando Emílio Guebuza em 29 de novembro de 2006
Mulheres moçambicanas trabalhando na agricultura

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.


Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINKhttp://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dialogue 3 - Uma maravilha de encontro!!!

Veja aí, um pouquinho do Dialogue de 10 de novembro

 Leandro, Erike, Flávia e Angela
 Luiza, Marcos, Felipe e Leandro

 Na sala de aula, da esquerda para a direita, Luisa, amiga da Dolores, Dolores, Elias e Marcos
 Da esquerda para a direita, Gabriel, Leandro, Felipe e Erike

 Em primeiro plano, a Flávia

A turma trabalhou bem, foram vários textos lidos e discutidos

Acima, fotos do Dialogue de 10 de novembro. Tivemos o prazer de receber o Erike Couto Lourenço que falou sobre "A redenção de Israel símbolo da nossa em Cristo". Foi uma "midrash" muito interessante, permeando o Antigo e o Novo Testamentos. Em breve, postaremos uma pequena parte do estudo realizado.

Não perca o próximo Dialogue em 15 de Dezembro com Igor Miguel!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Projeto Biblioteca

Um dos nossos projetos é montar uma sala de estudos, onde os frequentadores teriam acesso a livros, revistas, dicionários, comentários, cds e dvds que auxiliem no estudo mais profundo da Palavra de Deus, como também de outras áreas complementares.

Para tanto estamos iniciando uma "campanha de doação de livros". Você pode participar doando livros que você tem em casa, que você já leu ou ainda nos presenteando com um livro novinho... Vai ser uma benção!

Estamos interessados em livros da área de teologia, aconselhamento, gramáticas de hebraico e grego, comentários e afins. Tudo o que possa enriquecer o estudo da Palavra de Deus.

Este livros estarão disponíveis para consulta na sede do Abba, num espaço reservado para estudos, a nossa "Sala de Estudos", aberta ao público em geral.

Para fazer a sua doação, entre em contato conosco pelos fones 31 2512-8969 e 9214-3745 ou pelo e-mail institutoabba@gmail.com.  Agradecemos desde já a sua doação.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Enigma da Arvore da Vida por Igor Miguel

Este é um texto de natureza teológica, filosófica e estética. Para os que procuram uma espiritualidade que compreenda a vida em sua totalidade. Façam bom uso!


Clique aqui para baixar o PDF

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Workshop em João Pinheiro/MG

No final de semana de 23 e 24 de outubro estivemos em João Pinheiro, na Comunidade Cristã Transformados.
Queremos agradecer ao Pr Emersom e Pr Dener, bem como a toda a comunidade pela acolhida que tivemos ali.




Na foto ao lado estamos ministrando no sábado a tarde sobre História de Israel. apresentamos um panorama bíblico histórico da nação do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

No sábado a noite falamos sobre As bodas do Cordeiro e a volta de Jesus - o Casamento Judaico, percorrendo na Palavra o que o próprio Jesus falou sobre o assunto.


No domingo pela manhã, nosso assunto foi - As características daqueles que o Senhor procura.

E fechamos no domingo a noite falando sobre o Senhorio de Cristo.

Visitem o site www.cctjp.com.br e conheçam mais sobre esta amada igreja.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

15 de dezembro de 2010 - Dialogue 4

Dialogue 4
Preletor: Igor Miguel (Teólogo, pedagogo e mestrando em língua hebraica, literatura e cultura judaicas (USP). Membro da AKET (Associação Kuyper de Estudos Transdisciplinares) e membro da Igreja Esperança em Belo Horizonte - MG.)
Coloque já na sua agenda.
15 de dezembro às 19:30 Horas
Rua Formiga 467 - São Cristovão
Confirme presença pelo fone 2512-8969.

10 de novembro de 2010 - 3º Dialogue

Dialogue 3 com Erike Couto
Perfil do Erike: Fiel ao Deus Único e díscipulo de Jesus, Graduando em Letras com Grego (UFMG), sempre curioso por temas ligados a línguas antigas (bíblicas, semíticas, egípcio...) e às culturas que lhes são relativas. Assuntos sobre Bíblia, Teologia Judaico-Cristã, História, Filosofia, Atualidade, Trivialidade, a Vida... 
Coloque já na sua agenda.
10 de novembro às 19:30 Horas
Rua Formiga 467 - São Cristovão
Confirme presença pelo fone 2512-8969.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dialogue 2 - 13 de outubro - A língua hebraica

          A nossa Bíblia foi escrita principalmente em dois idiomas: hebraico e grego. Precisamos entender que mesmo o Novo Testamento tendo sido escrito em grego a mentalidade judaica está entranhada no texto.
            Deus criou todas as coisas pela sua Palavra, ele se comunicava com o homem usando palavras e quando deu ensinos e mandamentos ao homem o deu através de palavras. Em que língua? No hebraico.
            As Tábuas do Testemunho, Tábuas da Lei ou os Dez Mandamentos foram escrito em hebraico com o dedo de Deus e entregues a Moisés com a orientação de escrever tudo o que ele tinha ouvido no Monte Sinai. Em que língua? Mais uma vez a resposta é Hebraico.
            Hebraico era a língua falada por Jesus, usada por ele para se apresentar a Paulo, ainda Saulo, no caminho para Damasco. Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo vivia em Israel, era fariseu, um estudioso da Tanah (Antigo Testamente) e em tudo cumpriu a Lei dado por Deus no Sinai. (Lembrem-se Ele veio para “cumprir” não para “revogar” a lei).
            Pois muito bem, devemos estudar hebraico juntamente com a cultura bíblica para compreender melhor a Bíblia como um todo e principalmente as palavras de nosso Mestre Jesus. Não estamos dizendo que é essencial, mas sim que é de grande ajuda conhecer os escritos bíblicos em seus originais
            Um bom exemplo é a palavra Torah traduzida simplesmente como lei ou ensino. Esta palavra é formada por uma raiz e ainda por palavras que derivam dela como por exemplo: uma delas significa lançar, jogar; outra significa impactar; outra ainda significa ensinar e a última significa herança. Poderíamos dizer então que a Torah, na verdade, é ensino lançado para impactar, dado como herança...  E verdadeiramente o ensino da Palavra lançada (jogada, semeada) vem impactando geração após geração deste os tempos bíblicos. É nossa herança...
            Outro exemplo é a palavra Bereshit, usualmente traduzida por Gênesis (Princípio). A palavra inicia com a letra Bêt que é uma preposição e significa em, no. Logo após temos a palavra resh que quer dizer mente, entendimento, cabeça. Finalmente temos o sufixo Tav que significa para (indicando finalidade). Muito bem, então, juntando tudo temos o seguinte significado para Bereshit na mente para; ou seja, a criação foi o externar da mente de Deus para quem? Para o homem (humanidade = Adam).
            Muitos e muitos mais segredos estão contidos na Palavra de Deus e na língua hebraica. Basta que nos debrucemos sobre a Palavra. O Espírito Santo nos revela à medida que conhecemos.
            Por isso, fica o convite... Vamos nos debruçar sobre a Palavra e estudá-la e a graça do Senhor se derramará em revelações incontáveis.

            No amor do Cordeiro

            Elizabeth Alves Pinto
            Coordenação Abba

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Visita a Divinópolis e Carmo do Cajuru

No final de semana passado estivemos em Divinópolis, uma próspera cidade mineira. Fomos recebidos e hospedados pela Pra Dorcas Elize a quem queremos deixar nosso agradecimento. De Divinópolis fomos a Carmo do Cajuru, cidade moveleira daquela região.

Ministramos na Igreja Quadrangular da cidade sobre "Nomenclatura Original" na escola dominical e sobre "Casamento Judaico" no Culto das 19:00 horas, os dois sob a responsabilidade da irmã Dorcas.

Devemos retornar em novembro para programar a implantação do Abba na cidade o que nos deixa muito felizes.

Acima, uma foto de Divinópolis e abaixo do Rio Pará em Carmo do Cajuru.

Coordenação Abba

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Dialogue - Aconteceu o 1º em 15 de setembro

Em meio à correria do dia a dia, muitas vezes não encontramos tempo para sentar aos pés de nossos mestres e aprender deles. Perguntar, argumentar, tirar dúvidas, demonstrar nossa opinião sobre uma gama enorme de assuntos que nos interessam.
A palavra é "dialogar" daí "Dialogue". O nosso primeiro "Dialogue" aconteceu no dia 15 de setembro e o nosso convidado foi Igor Miguel. Difícil falar o nome dele sem colocar um "Prof." à frente de seu nome. Ele trouxe para nós uma mensagem baseada em Jo 10:10 com objetivo de conversarmos sobre o que é VIDA no conceito bíblico. Foi bom demais. Passeamos pela Bíblia, falamos de comunidade, comunhão, igreja e etc. Terminamos a noite como bons crentes ao redor da mesa na cozinha fazendo um lanchinho.
Simples assim... e queremos continuar a fazer desta forma, sem institucionalizar nada.
Estiveram conosco irmãos de várias congregações enquanto denominações mas unidos no mesmo objetivo e Espírito: buscar entendimento e direção para viver plenamente o senhorio de Cristo.
Vocês estão convidados para o próximo, no dia 13 de outubro.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Nova ortografia

Atendendo a muitos pedidos, segue material sobre nova ortografia. Localizamos este material no blog Pensar, cujo link segue no final do texto. Espero que ajude vocês.


Abraços


Coordenação Abba
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Guia Prático da NOVA ORTOGRAFIA

Saiba o que mudou na ortografia brasileira
por Douglas Tufano
(Professor e autor de livros didáticos de língua portuguesa)

O objetivo deste guia é expor ao leitor, de maneira objetiva, as alterações introduzidas na ortografia da língua portuguesa pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, por Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, posteriormente, por Timor Leste. No Brasil, o Acordo foi aprovado pelo Decreto Legislativo no 54, de 18 de abril de 1995.

Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada. Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países.

Como o documento oficial do Acordo não é claro em vários aspectos, elaboramos um roteiro com o que foi possível estabelecer objetivamente sobre as novas regras. Esperamos que este guia sirva de orientação básica para aqueles que desejam resolver rapidamente suas dúvidas sobre as mudanças introduzidas na ortografia brasileira, sem preocupação com questões teóricas.

Mudanças no alfabeto

O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y. O alfabeto completo passa a ser:


A B C D E F G H I J
K L M N O P Q R S
T U V W X Y Z


As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:
a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);
b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.

Trema

Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gueguiquequi.

Como eraComo fica
agüentaraguentar
argüirarguir
bilíngüebilíngue
cinqüentacinquenta
delinqüentedelinquente
eloqüenteeloquente
ensangüentadoensanguentado
eqüestreequestre
freqüentefrequente
lingüetalingueta
lingüiçalinguiça
qüinqüênioquinquênio
sagüisagui
seqüênciasequência
seqüestrosequestro
tranqüilotranquilo


Atenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano.

Mudanças nas regras de acentuação

1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).

Como eraComo fica
alcalóidealcaloide
alcatéiaalcateia
andróideandroide
apóia(verbo apoiar) apoia
apóio(verbo apoiar) apoio
asteróideasteroide
bóiaboia
celulóideceluloide
clarabóiaclaraboia
colméiacolmeia
CoréiaCoreia
debilóidedebiloide
epopéiaepopeia
estóicoestoico
estréiaestreia
estréio (verbo estrear)estreio
geléiageleia
heróicoheroico
idéiaideia
jibóiajiboia
jóiajoia
odisséiaodisseia
paranóiaparanoia
paranóicoparanoico
platéiaplateia
tramóiatramoia


Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éiséuéusóióis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.

2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.

Como eraComo fica
baiúcabaiuca
bocaiúvabocaiuva
cauílacauila
feiúrafeiura


Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.

3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).

Como eraComo fica
abençôoabençoo
crêem (verbo crer)creem
dêem (verbo dar)deem
dôo (verbo doar)doo
enjôoenjoo
lêem (verbo ler)leem
magôo (verbo magoar)magoo
perdôo (verbo perdoar)perdoo
povôo (verbo povoar)povoo
vêem (verbo ver)veem
vôosvoos
zôozoo


4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.

Como eraComo fica
Ele pára o carro.Ele para o carro.
Ele foi ao pólo Norte.Ele foi ao polo Norte.
Ele gosta de jogar pólo.Ele gosta de jogar polo.
Esse gato tem pêlos brancos.Esse gato tem pelos brancos.
Comi uma pêra.Comi uma pera.


Atenção:
- Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3a pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3a pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.

- Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.

- Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos:
Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.
Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba.
Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.
Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes.
Ele detém o poder. / Eles detêm o poder.
Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.

- É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é aforma da fôrma do bolo?

5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.
6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guarquar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja:
a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:
verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem.
verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam.
b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):
verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem.
verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam.
Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos.

Uso do hífen

Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentamos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas pelo Acordo.
As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como: aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice etc.

1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos:
anti-higiênico
anti-histórico
co-herdeiro
macro-história
mini-hotel
proto-história
sobre-humano
super-homem
ultra-humano
Exceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h).

2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos:
aeroespacial
agroindustrial
anteontem
antiaéreo
antieducativo
autoaprendizagem
autoescola
autoestrada
autoinstrução
coautor
coedição
extraescolar
infraestrutura
plurianual
semiaberto
semianalfabeto
semiesférico
semiopaco
Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.

3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s. Exemplos:
anteprojeto
antipedagógico
autopeça
autoproteção
coprodução
geopolítica
microcomputador
pseudoprofessor
semicírculo
semideus
seminovo
ultramoderno
Atenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc.

4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos:
antirrábico
antirracismo
antirreligioso
antirrugas
antissocial
biorritmo
contrarregra
contrassenso
cosseno
infrassom
microssistema
minissaia
multissecular
neorrealismo
neossimbolista
semirreta
ultrarresistente
ultrassom

5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos:
anti-ibérico
anti-imperialista
anti-inflacionário
anti-inflamatório
auto-observação
contra-almirante
contra-atacar
contra-ataque
micro-ondas
micro-ônibus
semi-internato
semi-interno

6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos:
hiper-requintado
inter-racial
inter-regional
sub-bibliotecário
super-racista
super-reacionário
super-resistente
super-romântico

Atenção:
- Nos demais casos não se usa o hífen.
Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.
- Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r:
sub-região, sub-raça etc.
- Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por mn evogal: circum-navegação, pan-americano etc.


7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal. Exemplos:
hiperacidez
hiperativo
interescolar
interestadual
interestelar
interestudantil
superamigo
superaquecimento
supereconômico
superexigente
superinteressante
superotimismo

8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen. Exemplos:
além-mar
além-túmulo
aquém-mar
ex-aluno
ex-diretor
ex-hospedeiro
ex-prefeito
ex-presidente
pós-graduação
pré-história
pré-vestibular
pró-europeu
recém-casado
recém-nascido
sem-terra

9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim.
Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.

10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.

11. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição. Exemplos:
girassol
madressilva
mandachuva
paraquedas
paraquedista
pontapé

12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:
Na cidade, conta-
-se que ele foi viajar.

O diretor recebeu os ex-
-alunos.

Resumo - Emprego do hífen com prefixos

Regra básica
Sempre se usa o hífen diante de h:
anti-higiênico, super-homem.

Outros casos
1. Prefixo terminado em vogal:
- Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.
- Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.
- Sem hífen diante de r e s Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.
- Com hífen diante de mesma vogal:
contra-ataque, micro-ondas.

2. Prefixo terminado em consoante:
- Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.
- Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.
- Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.
Observações
1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.
2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por mn e vogal:
circum-navegação, pan-americano etc.
3 O prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.
4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc.
5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen:
ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.

Fonte: http://michaelis.uol.com.br/novaortografia.html

Obs.: Você encontrará este post no Blog Pensar

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Macabeus, sua história, conquistas e a Festa de Chanuká (Dedicação)

Maria Dolores Moreira

Alexandre, o Macedônio, após vencer Dario rei dos persas e dos medos tornou-se rei em seu lugar e a partir de então empreendeu numerosas guerras avançando às extremidades da terra submetendo assim nações, províncias e soberanos os quais se tornaram seus tributários.
Depois disto Alexandre adoeceu e percebendo que iria morrer convocou seus oficiais e nobres que com ele conviveram desde sua mocidade e repartiu entre eles seu império. Cada qual se apossou do que recebera e sucessivamente seus respectivos filhos.
De um deles originou Antíoco Epifanes. Este quando se viu consolidado em seu trono, resolveu também apoderar-se do Egito a fim de reinar sobre dois reinos, travou batalha contra Ptolomeu o qual recuou e fugiu. Vencendo porém o Egito no ano 143 AC, em sua volta subiu contra Israel e Jerusalém.  Entrou porem com arrogância no Santuário e tomou seus utensilios sagrados, partindo assim para seu país. Por este motivo um grande clamor foi levantado em toda nação de Israel.
Logo em seguida o rei Antíoco IV visando a unidade de seu império prescreveu a toda sua área de domínio que todos se tornassem um só povo renunciando assim às suas crenças e práticas religiosas incluindo assim toda nação de Israel. Ele impôs aos judeus praticas pagãs desfazendo assim acordos feitos por antecedentes seus ao povo judeu.  Quem não assim obedecesse incorreria em pena de morte. Muitos da casa de Israel aderiram a esta ordem.
No décimo quinto dia do mês de casleu no ano 145 AC, o rei obrigou construir no altar dos holocaustos a abominação da desolação que era um altar a fim de cultuar a Zeus o deus olímpico e também ordenou que todos os livros da lei fossem lançados ao fogo. No dia 25 de cada mês era obrigatório levar sacrifícios a Zeus. Quanto as pessoas que insistiam em manter os princípios da lei como no caso da circuncisão, tais eram mortos em praça publica juntamente com seus familiares.  Mesmo com tudo isto muitos israelitas se mantiveram firmes não se contaminando, mantendo a Aliança Sagrada pagando assim com suas próprias vidas.
Foi nestes dias que se levantou Matatias, sacerdote segundo a linhagem de Joiarib, este tinha 5 filhos sendo um deles chamado Judas conhecido como Macabeu.  Estes foram procurados pelos emissários do rei Antíoco, com a proposta de aderirem às ordenanças do rei e conseqüentemente serem contados como amigos dele e presenteados com prata e ouro. Matatias e seus filhos negaram a proposta do rei declarando que eles e sua nação não se renderiam, mas conservariam a aliança Sagrada feita com o Deus de Israel.  
Depois disto Matatias se reuniu com todos que não se submeteram as ordenanças do rei Antíoco e lutou contra ele obtendo vitória em todas as suas lutas auxiliando eles o Senhor. 
Com a morte de Matatias, Judas Macabeu assumiu seu lugar, juntamente com seus irmãos e aqueles que haviam aderido ao exercito de seu pai. Eles pelejaram com alegria os combates de Israel e estendeu a gloria do seu povo. Seu exército recebeu o nome de Macabeus.
            Judas Macabeu, após obter tão grandes vitórias com a ajuda do Senhor Deus de Israel sobre os generais do exército de Antíoco, persuadiu os judeus a irem a Jerusalém dar graças a Deus, purificar o Templo e oferecer sacrifícios. Quando lá chegaram, no entanto, encontra­ram as portas queimadas e os muros cheios de mato, o qual havia crescido durante aquele período de inteiro abandono. Tão grande desolação arrancou suspiros do coração e lágrimas dos olhos de Judas. E, depois de ordenar que uma parte da tropa sitiasse a fortaleza, pôs mãos à obra para purificar o Templo.
Fez-se tudo com o máximo cuidado, escolheu sacerdotes sem mácula e observantes da lei os quais purificaram o lugar Santo . Judas colocou nele um candelabro, uma mesa e um altar de ouro, completamente novos. Mandou colocar também portas novas e cobriu-as com cortinas. Depois destruiu o altar dos holocaustos, porque fora profanado, e mandou fazer um novo, com pedras que não houvessem sido trabalha­das a martelo. No dia vinte e cinco do mês de quisleu, que os macedônios chamam apeleu, acenderam-se as luzes do candelabro, incensou-se o altar, colocaram-se os pães sobre a mesa e ofereceram- se holocaustos sobre o novo altar.
Isso se deu no mesmo dia em que, três anos antes, o Templo fora indignamente profanado por Antíoco e abandonado, no dia vinte e cinco do mês de apeleu, no ano cento e quarenta e cinco, e na Olimpíada cento e cinqüenta e três. A renovação ocorreu no mesmo dia do ano cento e quarenta e oito e da Olimpíada cento e cinqüenta e quatro.
Aqui nasceu a festa de Chanuká
Judas celebrou durante oito dias com todo o povo, por meio de solenes sacrifícios, a festa da restauração do Templo, Eram festins e banquetes pú­blicos. O ar ressoava os hinos e cânticos que se elevavam em louvor a Deus, e a alegria de se ver, depois de tantos anos, quando menos se esperava, a res­tauração dos antigos costumes hebraicos. Foi determinado realizar-se todos os anos aquela festa, duran­te oito dias. Chamaram-na festa das luzes porque essa felicidade foi como uma luz agradável que dissipou as trevas depois de longos sofrimentos.
O nome desta festa em hebraico é “Chanukah”, hoje traduzido como “Dedicação”, originalmente, é resultado de um acróstico de palavras que a formam: CHANU – Que significa “Descansaram” e KAH – Que corresponde as letras “Kaf” e “Hei’, que formam o algarismo do número “25”. Isto porque, após longo período de luta, contra o exercito de Antíoco Epifânio, os israelitas descansaram no dia 25 de quisleu, data em que reconquistaram o Templo e deram início a sua restauração. A palavra acabou por adquirir um campo lexical mais abrangente, podendo ser traduzida, atualmente, como dedicação, devido ao entorno de acontecimentos ligados a ela.
A Festa de Chanukah também é conhecida como “Festa das Luzes” ou “Sucot de Kislev”. Este último se deve ao fato de que naquele ano os judeus não puderam celebrar a Festa das Cabanas, por estarem em plena guerra. Sendo assim, ao término da revolução, com mais de dois meses de atraso, eles celebraram Chanukah com Lulav (Espécie de ramo usado em Sucot) nas mãos, num gesto memorial, já que, igualmente a Sucot, Chanukah também é comemorada ao longo de oito dias.
Esta festa que nós ocidentais chamamos de Dedicação não teve como origem um mandamento bíblico como a festa de Pentecostes, mas vemos o Messias Jesus participando dela em Jo 10:22, provando com misto que ele considerou as tradições de seu povoe e que se tratava de uma festa aprovada por ele.
Principal costume da Festa de Chanukah é o de se acender a CHANUKIAH, uma espécie de candelabro de nove candeias, o qual acende uma de cada vez, ao longo dos oito dias de festa, seja em casa ou na sinagoga. Com a vela piloto, que se chama de Shamash (servo), também chamada de nona vela, e que só usa para acender as demais oito velas que cumprem a prescrição, ilumina a chanukiah, acendendo uma vela a mais por dia, até que, ao oitavo dia, todas as velas estejam acesas.
O papel da chanukiah é trazer a lembrança do milagre de chanukah, quando, o óleo usado para acender a menorah, que deveria durar apenas um dia, milagrosamente, perdurou por sete dias a mais que o normal, permitindo aos sacerdotes ter tempo hábil para fabricar um novo óleo. O acendimento da menorah, deveria ser o primeiro item no processo de purificação do templo que se iniciou no dia 25 de quisleu de 165 a.C.
Até hoje, em função disto, na noite do dia 25 de quisleu, se acende com o auxilio do Shamash, a primeira das nove velas da chanukiah, que deve estar posicionada perto da porta de entrada da casa ou na janela, em lugar visível. Noite após noite, o shamash cumpre fielmente sua tarefa de acender as luzes. A cada noite, ele dá as boas vindas à recém-chegada e a coloca em seu lugar de direito, na fileira crescente: duas chamas, três chamas, quatro chamas. O shamash as induz à vida, e então fica de guarda, temendo que alguma vacile e precise de um novo impulso de luz.
Mesmo assim, o shamash não conta. Embora seja um doador de luz para os outros, nunca atinge o status de uma luz de Chanukah em si mesmo. Apesar disso, o shamash eleva-se sobre todas as outras luzes da menorá. Priva-se de seu próprio potencial de iluminação para despertar uma chama em outros,não há virtude maior que essa. Esta é a grande necessidade do mundo.

Tal vela chamada servo é comparada com Jesus, ele é nosso maior exemplo de alguém que abdicou de sua própria luz para iluminar a outros.